Levantam-se as
ondas no deserto
Arrastando
navios de pneus
Levantando por
certo
Esses olhos meus
Sopram as
tempestades de areia
Em cada um dos
sete mares
Foge da terra a
sereia
Para outros
ares
Esfriam-se nos
morros os vulcões
Que exalam
novos perfumes
Que marcam as
paixões
Nos seus cumes
Por fim
esquentam-se as camadas
Polares nessas
extremidades
Derretendo-se
caladas
Inundando
cidades
E em meio a
tudo isso no cinema
Na aventura que
o público vê
Faço no escuro
o poema
Para você, que
o lê
Nenhum comentário:
Postar um comentário